Bombas de combate a incêndio: requisitos, testes e manutenção obrigatória

Bombas de combate a incêndio são parte essencial da segurança estrutural e de rotina de qualquer edificação que exige proteção contra incêndios. Neste post, veja os principais requisitos de projeto, legislação, boas práticas de teste e manutenção — além de exemplos de modelos disponíveis na Hydrovale.

Requisitos legais e normas

Os sistemas de combate a incêndio devem seguir normas técnicas brasileiras e regionais, como a ABNT NBR 13714 (instalações hidráulicas prediais de incêndio) e as diretrizes de corpo de bombeiros de cada estado. Essas normas determinam a necessidade de bombas com capacidade adequada de vazão e pressão para alimentar sprinklers, hidrantes e outros dispositivos de combate a incêndio. :contentReference[oaicite:0]{index=0}

Um projeto de combate a incêndio precisa prever fatores como redundância (bombas principais + jockey + emergência), fontes de energia alternativas (no caso de bombeamento automático) e métodos de monitoramento contínuo para garantir operação quando necessário.

Como projetar sistemas com bombas de incêndio

No projeto, é importante calcular corretamente a vazão e a altura manométrica necessária para atender a toda a instalação de combate a incêndio. Isso envolve analisar o sistema de sprinklers ou hidrantes, as perdas de carga na tubulação e o tempo de atendimento exigido pelas normas. Dimensões adequadas evitam falhas em operação crítica.

Testes obrigatórios e periódicos

Para garantir que a bomba de combate a incêndio funcione quando necessário, testes periódicos são exigidos. Alguns dos principais testes incluem:

  • Partida automática e manual da bomba;
  • Medição de pressão e vazão em condições normais e simuladas;
  • Verificação da resposta em sistemas com sprinklers e hidrantes;
  • Testes de operação de painéis e sensores de partida automática.

Esses testes devem ser registrados e acompanhados por profissionais técnicos certificados.

Manutenção obrigatória

A manutenção periódica é tão importante quanto os testes. Entre as boas práticas estão:

  • Inspeção de suportes e ancoragens para vibrações;
  • Verificação de rolamentos, vedações e eixos;
  • Troca de óleo (se aplicável) e limpeza de filtros;
  • Atualização de painéis elétricos e fontes de alimentação;
  • Substituição de peças desgastadas por originais.

Exemplos de modelos de bombas de combate a incêndio

Abaixo estão alguns exemplos de bombas centrífugas adequadas para sistemas de combate a incêndio disponíveis na Hydrovale:

Bomba Centrífuga para Incêndio KSB Firebloc 32-125 5 CV
Solução confiável com capacidade e pressão projetadas para sistemas de hidrantes e sprinklers. :contentReference[oaicite:1]{index=1}
Bomba Centrífuga para Incêndio KSB Firebloc 32-125 7,5 CV
Versão com maior potência para aplicações com maior demanda de vazão. :contentReference[oaicite:2]{index=2}
Motobomba FNI-T Famac T5,0CV
Modelo robusto trifásico indicado em sistemas de combate a incêndio de maior porte. :contentReference[oaicite:3]{index=3}
Bomba Centrífuga para Incêndio KSB Firebloc 32-160R 10 CV
Opção com alta vazão e confiança para demandas elevadas em prédios e indústrias. :contentReference[oaicite:4]{index=4}

Conclusão

Bombas de combate a incêndio são equipamentos essenciais para a segurança de qualquer instalação que exige proteção estrutural e humana em caso de sinistro. Seguir normas, realizar testes regulares e manter um plano de manutenção preventiva garante que o sistema funcione corretamente quando mais importa.

Se você precisar de ajuda para dimensionar, testar ou manter um sistema de combate a incêndio, a equipe da Hydrovale está pronta para te orientar.

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